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Sergipe supera expectativas e cria mais de 13 mil novos empregos

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Comércio e serviços são os principais geradores de vagas

O mercado de trabalho sergipano fechou o ano de 2023 com saldo positivo de 13.380 empregos, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O resultado foi superior às expectativas do mercado, que estimava um saldo de 13 mil empregos.

O comércio e os serviços foram os principais geradores de vagas no ano, com saldos positivos de 3.016 e 6.521 empregos, respectivamente. A indústria também registrou saldo positivo, com 2.260 empregos criados. A agropecuária, por sua vez, registrou saldo negativo de 335 empregos.

O presidente do Sistema Fecomércio-CNC-Sesc-Senac de Sergipe, Marcos Andrade, ressaltou o trabalho que tem sido desenvolvido pelos agentes produtivos, com elevação na criação de empresas, apoio do governo do estado para estimular a cadeia produtiva e capacitação profissional, que deram o resultado positivo no ano.

Marcos Andrade, presidente do Sistema Fecomércio-CNC-Sesc-Senac, comenta resultado de emprego na reunião de diretoria da Fecomércio. Imagem: Marcio Rocha

“O saldo positivo de empregos em Sergipe em 2023 é um resultado importante, pois representa o melhor desempenho da série histórica, descartando 2021, que foi um ano de recuperação dos empregos perdidos na pandemia. Esse resultado é fruto de uma série de fatores, como o crescimento econômico do estado, a expansão do setor de serviços, a retomada do turismo e as políticas públicas de incentivo ao emprego e qualificação profissional, inclusive com nossa participação através do Senac. A expansão do setor de serviços, e principalmente o direcionamento para o fortalecimento do turismo também foram fortes indutores do emprego”, destacou o presidente do Sistema Fecomércio-CNC-Sesc-Senac de Sergipe, Marcos Andrade.

A explicação do presidente sobre 2021 é importante para entender o contexto econômico do período, já que 2020 foi um ano de grande perda de empregos por conta do fechamento das atividades comerciais, devido à pandemia, que provocou o maior tombo da história da evolução do emprego em Sergipe. Sendo assim, 2021 foi um ano de recuperação dos empregos perdidos no período. Já 2022 e 2023 foram anos de crescimento real.

O economista Marcio Rocha, coordenador de inteligência de mercado do Sistema Fecomércio-CNC-Sesc-Senac de Sergipe, explica que o saldo positivo de 13.380 empregos em 2023 representa o maior estoque de trabalhadores CLT da história de Sergipe, com mais de 310 mil pessoas com carteira assinada.

“Este resultado é fruto de um cenário econômico favorável, com crescimento do PIB, aumento da renda e retomada da confiança do consumidor. Além disso, o estado vem investindo em políticas públicas de incentivo ao emprego, como o programa do primeiro emprego, que tem qualificado pessoas e as inserindo no mercado. Isso aliado aos investimentos realizados em infraestrutura, tecnologia, criação de novos negócios, além de outros fatores, fortalecem a cadeia produtiva e elevam a geração de emprego e nos colocam no maior nível de emprego celetista da história”, disse Rocha.

O Sistema S do Comércio é composto pela Fecomércio, Sesc, Senac, Instituto Fecomércio e 13 sindicatos patronais em Sergipe. Presidida por Marcos Andrade, a entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que está sob o comando de José Roberto Tadros.

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