Fecomércio quer expandir exportações para mercado internacional africano

A expansão dos negócios entre os empresários sergipanos e o comércio exterior também deve ser estimulada pelos mecanismos que trabalham com o processo produtivo. Pensando nisso, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Sergipe (Fecomércio-SE) está buscando parcerias que possam resultar na abertura de negócios para os empresários sergipanos.

O presidente da Fecomércio, Laércio Oliveira, esteve reunido com a representante do GRHIF Consulting, organismo que trabalha com o comércio exterior na República do Congo, país do oeste africano que tem potencial para receber produtos sergipanos industrializados e também de origem agrícola, Graça Cardoso, discutindo o o comércio sergipano pode oferecer para o mercado congolês.

De acordo com Cardoso, Sergipe tem muito a oferecer para o mercado africano e o Congo pode ser a porta de entrada para que o comércio entre o estado e o continente africano. Segundo ela, Sergipe é um potencial fornecedor de produtos de consumo para o povo congolês, já que tem uma boa logística de distribuição e produção de produtos, principalmente de gêneros alimentícios.

“Gostaria de desenvolver um circuito de negócios entre Sergipe e o Congo. Lá em Punta Negra, há mercado para comerciantes sergipanos que queiram exportar seus produtos. Pensei em Sergipe por ser meu estado natal e que tem potencialidades, mas também queremos realizar transações com a Bahia, o Rio de Janeiro e São Paulo”, disse a representante.

A República do Congo tem dois grandes mercados potenciais, as cidades de Brazzaville e Punta Negra, que tem mercado altamente consumidor para produtos brasileiros. O setor alimentício é o que os comerciantes sergipanos que se interessarem em desenvolver a atividade comercial externa, que mais poderá realizar exportações. Considerando que o país da costa oeste africana tem dificuldades de industrialização de alimentos.

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O presidente da Fecomércio Sergipe, Laércio Oliveira, destacou o que Sergipe pode produzir e exportar para o Congo, em uma ação de livre comércio que beneficiará os dois países. “Nosso setor produtivo é muito vasto no quesito de produção alimentícia e isso é importante, já que podemos ajudar a suprir as necessidades do povo congolês com nossos produtos produzidos pelos sergipanos e comercializados também por empresas de Sergipe. Carnes, alimentos industrializados, produtos agrícolas são importantes para eles e temos o que ofertar. A iniciativa da GHRIF Consulting é importante, pois pode criar um caminho importante de exportação para Sergipe e que pode ajudar a desenvolver laços com outros países da África, que também tem condições de trabalhar com o mercado sergipano”, valorizou Laércio Oliveira.

Reportagem de : Márcio Rocha