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Setor de serviços aponta crescimento de 12% em maio

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O setor de serviços continua sendo o principal motor da economia sergipana, não somente em participação na economia, número de empresas e trabalhadores contratados, bem como no crescimento mensal de sua movimentação. De acordo com informações da Pesquisa Mensal de Serviços, realizada pelo IBGE e analisada pela divisão econômica do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac de Sergipe, em maio, as empresas do setor elevaram seu volume de negócios em 12,2% diante do mesmo mês do ano passado. A variação mostra a força do setor no estado, que segue em alto nível de crescimento diante do cenário econômico local.

Já a receita nominal das empresas do segmento elevou em 25,4% em maio deste ano, no comparativo com maio de 2021. As empresas do segmento de serviços também se posicionam como as principais fontes de circulação de riquezas no estado. O presidente do sistema Fecomércio/Sesc/Senac, José Marcos de Andrade, comentou o resultado apresentado com entusiasmo diante do nível de crescimento do setor de serviços.

Presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac de Sergipe, Marcos Andrade, analisa os resultados da pesquisa mensal de serviços.
Imagem: Marcio Rocha

“Serviços é a principal atividade econômica de Sergipe, mais da metade do PIB do estado é proveniente do setor de serviços, e quando somamos com o comércio, chega a 75% do PIB estadual e quase 80% dos empregos gerados no estado. O crescimento dos negócios do setor mostra que estamos em uma franca recuperação, elevando a força de nossa economia, aumentando a geração de emprego e renda para os sergipanos. As variações mensais do setor estão em crescimento muito forte há quase dois anos, e isso é muito importante para Sergipe”, comentou Marcos Andrade.

A variação do volume de negócios do setor acumulada no ano de 2022, nos meses de janeiro a maio, aponta crescimento de 12,2%. Já a variação dos últimos 12 meses apresenta elevação de 14,5%. A receita nominal das empresas apresenta crescimento de 23,1% no período de janeiro a maio deste ano e de 23,5% no acumulado dos últimos 12 meses.

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