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Comércio e Serviços apresentam crescimento nas vendas em junho

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O volume de vendas do comércio varejista restrito sergipano, no mês de junho, apresentou elevação de +3,6% no seu resultado, diante do mês de junho do ano de 2021. O número foi divulgado pela Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), analisada pela Divisão Econômica do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac de Sergipe. A receita nominal das empresas do comércio apresentou elevação de +23,6% no período comparativo de um ano. No entanto, a variação de vendas no ano de 2022 considerando o primeiro semestre, apresenta retração de -1,65. Já os recursos movimentados no primeiro semestre do ano elevaram em +15,4%. Na variação corrente dos últimos 12 meses, as vendas do varejo restrito apontaram redução de -6,3% e a receita nominal elevou +9,3%.

A respeito do comércio varejista ampliado, que inclui todas as modalidades comerciais, além das vendas de veículos, peças e materiais de construção, a variação anual do volume de vendas apresentou crescimento de +2,8%. A receita apurada pelas empresas do varejo ampliado elevou em +21%, diante do mês de junho de 2021.  Nos seis primeiros meses de 2022, as vendas aumentaram em +3,7%, com crescimento de +20,1% na receita das empresas, em comparação com o primeiro semestre de 2021. No período corrido de 12 meses, o varejo ampliado apresenta elevação de +0,4% nas vendas e de +15,2% na movimentação financeira das empresas. O presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac de Sergipe, Marcos Andrade, teceu considerações acerca dos resultados da PMC de junho.

Marcos Andrade, presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac de Sergipe.
Imagem: Marcio Rocha

“Nós tivemos um ano de 2021 com muita elevação do volume de vendas, diante da demanda reprimida que aconteceu durante o período mais complexo da pandemia da COVID-19. O que nos leva a crer que o resultado tanto no varejo restrito, quanto no ampliado são bons, pois mostram crescimento real diante do ano passado que foi um número grande de diferença. Se cresceu diante da movimentação do ano anterior, o comércio está apresentando sim, resultados importantes para o período de normalidade”, comentou Marcos Andrade.

Complementando o raciocínio do presidente Andrade, o cientista econômico do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac, Marcio Rocha, lembra que os números de elevação nas vendas dispararam logo após a reabertura das atividades econômicas.

“Quando as lojas reabriram em 2020, isso levou a um crescimento surpreendente, com percentuais consideráveis em 2021. Alguns meses chegando até a casa de dois dígitos, e isso era somente a volta do consumidor que estava apresado sem poder fazer compras. Os percentuais atuais são mais consistentes e mostram de fato uma evolução na variação de compras do mês de junho do ano passado para junho deste ano, já que a economia estava funcionando em fluidez total na época”, afirmou Rocha.

Serviços

Já o setor de serviços, responsável por quase três quartos da movimentação econômica e postos de trabalho do mercado sergipano, apresentou elevação de +6,7% em junho, no comparativo com junho de 2021, no volume de negócios realizados. Com isso, o setor mantém o forte ritmo de crescimento, depois da recuperação diante das dificuldades decorrentes da pandemia. A receita em junho aumentou +20,9%. Na variação do período corrente do ano de 2022, janeiro a junho, os negócios do setor aumentaram em +11,3%, com aumento da receita nominal em 22,7%. Já nos últimos 12 meses corridos, as transações do setor de serviços cresceram +13,5%, com elevação no faturamento de + 23,3%. O presidente Marcos Andrade comentou o resultado, destacando a força do setor de serviços na economia sergipana.

“Serviços é a atividade econômica que mais movimenta nosso estado. Sergipe tem uma grande parcela de seu PIB movimentado pelas empresas do segmento de serviços, assim como a maior parte dos trabalhadores contratados com carteira assinada também são do segmento. Então é natural que diante do cenário econômico atual, apresente maior variação de crescimento. E isso é bom para nosso estado, pois com a elevação de movimentação de recursos, as empresas aumentam seu quadro funcional, fortalecendo a cadeia produtiva e gerando mais empregos para os trabalhadores”, destacou Marcos Andrade.

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