Laércio Oliveira leva empresários para discutir propostas com a Sefaz

O presidente da Fecomércio, Laércio Oliveira, visitou o secretário de Estado da Fazenda, Ademário Alves, em companhia de representantes do setor produtivo, para apresentar propostas acerca de temas palpitantes no mercado sergipano. Os empresários falaram sobre as dificuldades do estado fazer importações, devido ao imposto aplicado. Além disso, conversaram com secretário sobre o refinanciamento de dívidas das empresas. O superintendente da Fecomércio, Maurício Gonçalves, o diretor da Fecomércio, Ancelmo Oliveira, e a superintendente de gestão tributária da Sefaz, Silvana Lisboa, acompanharam a reunião. Laércio destacou que os empresários querem ser mais atuantes junto ao governo, para que se forme um melhor ambiente de negócios.

“Se conseguirmos criar um ambiente mais competitivo, com melhores condições para a atuação empresarial, Sergipe vai criar mais postos de trabalho e renda para a população. Isso elevará a arrecadação do estado, com os impostos auferidos. Os empresários querem atuar de forma propositiva, contribuindo com ideias para melhorar a vida econômica de nosso estado. Isso vai refletir de forma positiva na geração de emprego e renda para nosso povo, aumentando o volume de consumo e pagamento de impostos para garantir o ciclo virtuoso da economia”.

O secretário Ademário Alves foi receptivo aos temas discutidos pelos representantes de classe empresarial que acompanharam o presidente da Fecomércio. Estiveram na reunião, o presidente do Sincadise, Breno França, o presidente do Sirecom, Petrúcio da Silva e o vice-presidente do Sincomactintas, Robson Pereira. Todos os representantes valorizaram a oportunidade de diálogo aberta pelo presidente da Fecomério, e que os resultados disso serão positivos para a economia, principalmente na geração de empregos, aumentando as divisas arrecadadas pelo governo do estado.

Breno França lembrou que discutir com o secretário é importante para encontrar medidas que podem dar mais fluidez às atividades do comércio atacadista e distribuidor, melhorando as oportunidades de negócios das empresas.

“Estamos sempre buscando as melhores condições de operação para as empresas do comércio atacadista e distribuidor de Sergipe, para que as empresas tenham mais competitividade e melhores mecanismos para seu funcionamento. Fiquei feliz ao ter o apoio do presidente Laércio, que se comprometeu a apresentar nossos pleitos conosco. As propostas que estamos discutindo darão garantia de melhores trabalhos para as empresas do setor. E a receptividade do secretário é muito importante”.

Já Petrúcio da Silva, do Sirecom, afirmou que com a ação propositiva do setor produtivo no diálogo com o estado, pode haver um ganho na atuação dos representantes e empresas do segmento.

“O secretário entendeu que o segmento de representação comercial tem questões importantes como a tributação sobre produtos importados que representamos que podem ser melhoradas para o exercício de nossas atividades. Com isso, criamos mais possibilidade de gerar emprego em nossa atividade, que é fundamental para o exercício da atividade econômica sergipana”.

Robson Pereira, do Sincomactintas, informou que em reunião recente na Fecomércio, os empresários apresentaram demandas que podem ser discutidas com a Sefaz, no intuito de dar mais fluidez aos negócios do segmento. E que isso fará com que a atuação empresarial se fortaleça para aumentar a geração de emprego.

“Existem questões como a tributação sobre importação e desembaraço de produtos que dificultam a operação das empresas em nosso estado, além de como ter uma melhor aplicação do Refis. Apresentar essas demandas para o secretário em companhia do presidente da Fecomércio, Laércio Oliveira, foi muito bom para que o governo entenda melhor como nossa atividade é exercida e de que maneira podemos trabalhar para alavancar o crescimento empresarial e de geração de emprego e renda para nosso estado. Estou muito satisfeito com a receptividade do secretário em se dispor a discutir como podemos criar um ambiente de negócios melhor para as empresas do estado”.

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