Empresários querem melhorias para o comércio central de Aracaju

O prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira, recebeu no final de tarde do dia 3 de setembro, em seu gabinete de trabalho, uma comissão de empresários da área do comércio, liderada pelos presidentes da Federação do Comércio (Fecomércio), Abel Gomes da Rocha Filho e da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), de Aracaju, Samuel Schuster. Os empresários foram agradecer alguns benefícios feitos no trânsito do comércio central de Aracaju e ao mesmo tempo, cobrar algumas reivindicações acordadas na primeira reunião realizada no auditório do Banese e que não foram atendidas.

Falando na ocasião, Abel Gomes, citou como exemplo do não atendimento pela Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (Smtt), a liberação de um dos lados da rua Capela, para estacionamento de veículos, no horário das 9h às 16h e o mesmo das ruas Itabaiana/Itabaianinha. “Apesar das medidas não terem sido atendidas num todo, a liberação do estacionamento de veículos nas ruas Santo Amaro e Geru, melhorou em muito a movimentação de clientes no centro comercial da cidade”, afirmou.

O presidente da Fecomércio cobrou também do prefeito, a abertura do trânsito para veículos da rua José do Prado Franco, no cruzamento com a Santa Rosa. Edvaldo Nogueira por sua vez informou que a opinião dos comerciantes com relação ao problema estava dividida, com uns querendo a abertura e outros que a via permaneça fechada. Abel Gomes ficou de mandar fazer uma pesquisa, in loco, entre os comerciantes, para de acordo com o resultado, o prefeito poder tomar uma decisão. “Nessa visita, viemos lembrar ao prefeito, que o final de ano está se aproximando e uma medida urgente deve ser tomada para os meses de outubro, novembro e dezembro a fim de melhorar o fluxo de pessoas fazendo compras”, resaltou.

O presidente da CDL, por sua vez, cobrou do prefeito, a recuperação do piso dos calçadões que está cheio de buracos, dificultando a movimentação de pessoas. Ele disse que o final de ano está chegando e não existe uma providência por parte do órgão responsável pela manutenção dos calçadões das ruas Laranjeiras e São Cristóvão para recuperá-los. “Queiram ou não, esses calçadões são a mola-mestra do centro comercial. Até os turistas que nos visitam, comentam o estado de total abandono em que se encontram os calçadões”, reafirmou.

O prefeito Edvaldo Nogueira, por sua vez, disse que via a reivindicação dos comerciantes com muita consistência. Como resultado da primeira reunião, ele disse,  foi apresentada uma solução paliativa, que se estenderá até o final do mês de setembro. “É que nós encomendamos um estudo do problema, à empresa Rua Viva, para elaborar uma solução definitiva, que estaremos apresentando aos empresários logo no início de outubro. Pretendemos construir um bolsão de estacionamento na região dos mercados centrais, com dois ônibus circulares rodando o centro da cidade, para também ajudar na solução do problema. Isso facilitará em muito a vida dos lojistas”, pontuou, acrescentando que fará de tudo para que o comércio do centro da cidade permaneça atuante e fortalecido.

Negociações com comerciários continuam

Patrões e empregados, representados pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Sergipe (Fecomércio) e Federação dos Comerciários do Estado de Sergipe (Fecomse), estiveram reunidos no dia 5 de setembro, na Superintendência Regional do Trabalho (SRT), para discutir assuntos relacionados à Convenção Coletiva de Trabalho 2011/2012, que tem como data base 1º de maio. O encontro, mediado pelo representante da SRT, Nilson Barreto Socorro, contou com a participação de Abel Gomes da Rocha Filho, Thiago Melo Cabral (advogado), Gilson Figueiredo e Cláudio Souza, Fecomércio e Roosewelt Almeida e Luiz Moura, pela Fecomse.

            No encontro foram discutidas propostas das partes para o fechamento da convenção, tendo o representante da Fecomse confirmado na ocasião, o recebimento da contraproposta empresarial e informou que os trabalhadores decidiram em assembleia não apreciar a mesma, porque continha itens como banco de horas e outras formas de compensação de jornada de trabalho, que presentes na pauta têm a rejeição dos trabalhadores e isso impedia o avanço das negociações. “Os trabalhadores repudiam a alegação contida na proposta patronal, de que houve equívoco na inclusão de proibição de compensação de horas na CCT anterior”, ressaltou Roosewelt, reafirmando a posição dos trabalhadores de continuar a negociação em bloco, mas, condicionada à retirada das propostas de banco de horas e compensação de jornada.

            Dando continuidade, o representante empresarial Abel Gomes da Rocha Filho questionou se em relação aos demais itens da contraproposta apresentada, os trabalhadores tinham posição, ou aceitavam os pisos propostos e os feriados solicitados. Respondendo, Roosewelt reafirmou a posição dos trabalhadores de só avançar nas negociações dos demais itens, se houvesse a retirada do banco de horas e compensação da jornada. O mediador por seu turno questionou a representação patronal para saber se as propostas da categoria econômica estavam asseguradas às demais conquistas dos trabalhadores presentes nas CCTs anteriores, o que foi confirmado pelos representantes patronais.

            Na sequência, Abel Gomes questionou os trabalhadores para saber se estes aceitavam receber proposta em separado, quando então foi pedida a suspensão da reunião, para que uma consulta fosse feita ao presidente da Fecomse, Ronildo Almeida, que estava ausente do encontro. No retorno, o representante laboral manteve o posicionamento de só negociar em bloco. As discussões se seguiram, tendo o mediador questionado à representação empresarial se aceitava a retirada dos itens rejeitados pelos trabalhadores e a partir desse posicionamento passasse a negociar os pontos ainda não acordados, a exemplo de pisos salariais e autorização de funcionamento do comércio nos feriados.

            Abel Gomes pediu prazo para se manifestar e na sequência foi acordada a realização de uma nova rodada de negociação, a sexta, para às 9h, do dia 18 de setembro na SRT, para que os empregadores apresentem uma nova contraproposta. Ficou acordado ainda, que a representação empresarial poderá antecipar o posicionamento e manter contatos com os representantes laborais para uma negociação direta, só comparecendo posteriormente à SRT para homologar o acordo.

 

 

                                Sexta rodada de negociação

 

            A Superintendência Regional do Trabalho (SRT) foi palco na manhã do dia 18 de setembro, de mais uma rodada de negociação, a sexta já realizada, entre patrões e comerciários, na tentativa de fechar o Acordo Coletivo de Trabalho 2012/2013. Aberta a rodada pelo mediador, Nilson Socorro, o representante patronal, Abel Gomes da Rocha Filho informou que após diversas gestões junto às lideranças empresariais, ficou acordado, que para continuidade das negociações os empresários decidiram retirar da pauta a questão do retorno do sistema do banco de horas e de compensação da jornada, mantendo todas as propostas anteriores. “Ressalvamos apenas a questão da restrição a qualquer tipo de proibição de compensação incluída na CCT 2011/2012, voltando a aplicar o que estava estabelecido nas convenções anteriores, conforme autorizado pela CLT”, afirmou.

            Dada a palavra ao representante laboral, Ronildo Almeida, este pediu para registrar inicialmente o repúdio a afirmação de que os trabalhadores, em negociação na mesa, colocaram na CCT a cláusula impeditiva da compensação de jornada, assim como, que não aparece nas CCTs anteriores porque foi conquista da negociação do passado, como também em outras convenções não aparecem conquistas hoje consolidadas como a da estabilidade provisória após o retorno do período de férias e do auxílio doença. Ele disse ainda, que a pauta dos trabalhadores entregue em março é bastante extensa e que a categoria deseja também continuar negociando os demais pontos presentes na referida pauta.

            Diante das colocações do representante laboral, o mediador passou a palavra ao representante patronal, que manteve a determinação de manter todas as propostas anteriores, porém, condicionada a mudança da cláusula da restrição de qualquer tipo de compensação. Como o impasse não foi superado, as partes concordaram em suspender a rodada de negociação, mas ambas manifestando a disposição de continuar o processo de negociação. Como nada mais havia a tratar, Nilson Socorro encerrou a reunião, dizendo ficar no aguardo da convocação de uma nova reunião por qualquer uma das partes envolvidas para fechar o acordo de trabalho.

Fecomércio terá acesso aos dados cadastrais da Jucese

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Sergipe (Fecomércio) firmará nos próximos dias com a Junta Comercial nuit (Jucese), convênio objetivando a cooperação técnica nos procedimentos de conferência e atualização de cadastro dos documentos relativos ao registro e legalização de empresas. O convênio visa também, o intercâmbio dos dados Wholesale Nike San Francisco 49ers Jerseys cadastrais e informações constantes no banco de dados da Jucese.

De acordo com informações do presidente da Fecomércio, Abel Gomes da Rocha Filho, os entendimentos para concretização do programa de cooperação técnica já estão bem adiantados, devendo a entidade ficar responsabilizada por parte do fornecimento de mão-de-obra especializada para digitalização do acervo da Jucese.  Para acesso ao seu samples banco de dados, a Jucese fornecerá senha ao responsável pelo Setor de Tecnologia e Segurança da Informação da Fecomércio.

Segundo o documento wholesale nba jerseys a ser assinado pelos presidentes das duas entidades, a utilização da rede de comunicação e demais recursos sistêmicos a serem disponibilizados pela Jucese, não cheap nfl jerseys poderão ser Heidelberger transferidos a terceiros, sob qualquer hipótese, aplicando-se a mesma restrição às senhas de acesso à base da Jucese. Fica, portanto, vedada a divulgação sob qualquer forma, fora do âmbito profissional, de fato ou after informação de qualquer natureza, de que tenha conhecimento por força das suas atribuições legais, Santos salvo em decorrência de decisão judicial.

Para o presidente da Jucese, Vinícius Bombaim Mazza, esse convênio trará grandes benéficos assessores para os dois signatários do documento a ser assinado, uma vez que proporcionará mais serviços de apoio ao empresário na hora em que necessitar de um documento na junta. “O mais importante de tudo, é que teremos condições de Conectar concluir os 40% restantes da digitalização dos nossos arquivos, que têm uma história de 115 anos. Com essa parceria, a gente espera finalizar esse serviço 5 em até seis meses, deixando a junta totalmente digitalizada”, concluiu.

Rio sediou encontro de assessores de comunicação do Sistema Comércio

Realizou-se no Rio de Janeiro no período compreendido entre 29 a 31 de agosto deste ano, o IV Encontro de Assessores de Comunicação do Sistema Comércio, que aconteceu no edifício sede da ON Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O encontro, que reuniu representantes de Federações do Comércio de todo o país, teve por finalidade analisar a forma de se promover uma comunicação integrada, para que as entidades possam falar uma mesma linguagem. A Federação do Comércio de Sergipe José esteve representada no evento, pelos jornalistas Carlos Augusto Fiel e Rita Simone Liberato.

A abertura oficial do evento foi feita pela assessora de comunicação da CNC, Cristina Calmon, que deu as boas-vindas aos participantes e fez um breve relato da programação a ser desenvolvida durante os três dias do encontro. Na sequência, a presidente da Packaging Brands, Marilu Schneider, empresa de design responsável pela nova identidade visual do Sistema CNC/SESC/SENAC fez palestra sobre o assunto. Ela disse que o grande desafio da construção de uma marca institucional, é criar a consistência e a convergência da sua logo em todos os pontos de contato.

“Hoje, nós vivemos momentos de grandes transformações e a era digital é um novo paradigma social. Esse é um momento histórico e de profundas transformações, com o Brasil tornando-se um grande protagonista no cenário mundial. A gente entra totalmente no foco do mundo. Atualmente nós somos conhecidos como um país de economia estável, forte e com potencial humano incomparável. O Sistema CNC/SESC/SENAC é um dos grandes agentes impulsionadores dessa transformação no Brasil, desempenhando um papel decisivo na inserção do nosso país numa posição de destaque na liderança global”, disse Marilu Schneider, acrescentando que esse é momento propício para a realização de um exercício de renovação das identidades de suas instituições.

O diretor da CNC, Pedro Jamil Nadaf, também fez um breve pronunciamento Conectar para os participantes do evento, oportunidade em que falou da adesão das novas marcas elaboradas para a CNC/SESC/SENAC, pelas federações estaduais e as demais entidades do sistema. “Como nós fizemos a equalização de mandatos de forma padronizada, as nossas logomarcas terão que ter também essa padronização. Esse trabalho também ocorrerá com o nosso wholesale mlb jerseys site, que dentro em breve ganhará novo visual. O nosso pensamento é levar essa padronização para todos os sindicatos e consequentemente todas as federações. A ideia nossa é fazer essa evolução para vocês e como eu sou presidente de federação, sei do reflexo que a gente tem com uma confederação forte. Isso nos fortalece em nossas bases e consequentemente os sindicatos também são beneficiados”, afirmou.

No dia 30, a programação foi praticamente toda dedicada a Media Training – prática e palestras com exercícios voltados para situações de crise customizadas à realidade do Sistema Comércio. A primeira palestra do dia foi feita por Carina Almeida, da empresa Textual, que citou vários exemplos de crises, ocorridas principalmente em empresas do ramo petrolífero, a exemplo da Petrobras e da Chevron. “Tudo depende da clareza e da rapidez na comunicação, para que um fato negativo não se evolua e se transforme em crise. Erro quando bem administrado perde cheap nfl jerseys a sua força”, pontuou. Outro integrante da Textual a fazer também palestra no evento foi Ricardo David, consultor de comunicação, administrador de crises e ex-gerente de relações com a imprensa da Shell Brasil, que apresentou casos. Como exemplo recente de casos, ele citou o acidente do Parque Hop Hari e disse que a imprensa causa mais danos que a bomba atômica, deixando sérias cicatrizes no cérebro.

No último dia do encontro foi feita a escolha dos novos membros representantes do Comitê Nacional de Comunicação, integrando por membros representantes, titular e suplente, da CNC, dos Departamentos Nacionais do Sesc e do Senac, por um representante nacional de federações das Regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste, e representantes das Federações Nacionais. Após a escolha, o comitê ficou representado da seguinte forma: Região Norte – titular, Viviane Freitas (AM), suplente, Samia Cayres (TO); Centro-Oeste – titular, Diego Recena (DF), suplente, Núbia Cunha (MS); Sul – titular, César Gonçalves (PR), suplente, Marcelo Barcelos (SC); Nordeste – titular, Luciano Kleber (RN), suplente, André Ribeiro (PI); Sudeste – titular, Ana Guimarães (MG), suplente, Simone Sandre (ES); CNC, titular, Cristina Calmon e Geraldo Roque, suplente; Departamento Nacional do Sesc, titular, Cristiane Caetano e suplente, Marcela Marins e Departamento Nacional do Senac, Laura Figueira e Flávia Leroz.

Para Cristina Calmon, esses encontros de comunicação promovidos pela CNC têm tido um resultado excelente, permitindo que se possa atuar de forma mais coletiva, pensando estrategicamente nas ações de comunicação de todo o sistema. “Nós estamos no quarto encontro e o resultado tem sido bastante positivo. Seja para capacitar federações que tenham menos condições de estrutura ou para a troca de experiência, terminando numa atuação em conjunto”, disse, revelando que existe uma demanda cada vez maior por uma aproximação e troca de experiências. “As ações desenvolvidas não são isoladas e permitem que passemos a ideia de um sistema que atua na defesa do comércio de bens, serviços e turismo, e para o empresário deste segmento”, enfatizou.

Com relação ao Comitê Nacional de Comunicação, Cristina Calmon disse que esse foi constituído pelo wholesale nba jerseys presidente da CNC, Antônio Oliveira Santos, ao sentir a necessidade dessa união e do conhecimento de cada profissional jornalista. “Esse comitê avalia estrategicamente assuntos importantes, orienta ações a serem desenvolvidas, propõe caminhos para o corpo diretivo da CNC, que por sua vez, encaminha também as federações. A questão da renovação das marcas foi o grande exemplo disso, por ter sido tua discutida nos encontros do comitê. Essa entrega das novas marcas, já é resultado de uma discussão desse grupo”, concluiu.