Fecomércio discute com VLI ampliação das atividades do Porto de Sergipe

Atendendo o convite do presidente da Fecomércio, o deputado federal Laércio Oliveira, os representantes da empresa Valor Logística Integrada (VLI), que administra o Porto de Sergipe, Elias Rezende e Fernando Morcelli, participaram de uma discussão com um grupo de empresários de diversas atividades produtivas do estado, sobre como o Porto de Sergipe pode trabalhar melhor, para atender as demandas do setor produtivo sergipano, efetuando operações cabotagem, feeding das empresas do estado, e de importação e exportação por meio do Terminal Marítimo Inácio Barbosa (TMIB), facilitando o escoamento da produção sergipana e o abastecimento dos negócios locais.

Empresários de atividades industriais, comércio atacadista, produtores de alimentos e agropecuária, representantes comerciais, traders de mercado internacional, Grupo Cencosud, indústria sucroalcooleira, metalurgia, programa de qualificação para exportação da Unit, empresa júnior de relações internacionais da UFS e o Senac, participaram da reunião que discutiu de que modo o uso do porto pode influenciar no desenvolvimento econômico sergipano.

Laércio Oliveira destacou que tem buscado os entes responsáveis pelo desenvolvimento econômico de Sergipe, com a finalidade de criar um melhor ambiente para os negócios no estado e isso passa pela utilização do Porto de Sergipe como uma estratégia de logística para os empresários.

“Tenho conversado com os empresários de todos os setores da economia, indústria, comércio atacadista, agronegócio, que desejam usar o Porto de Sergipe como terminal emissor e receptor de sua produção. Fico preocupado com a questão logística por não ter em nosso porto o escoamento de nossa produção, pois as empresas querem exportar e importar, entretanto não têm perspectivas de atendimento pelo nosso porto. Queremos abrir as fronteiras para importar e exportar por aqui, para fazer aquecer a economia do estado, elevando a produtividade de todos os setores da economia. Isso significa gerar mais empregos para nosso povo”, comentou Laércio.

Os empresários apresentaram sua demanda para os representantes da VLI e para o diretor da Fecomércio, Ancelmo Oliveira, falando sobre como o porto pode melhorar sua capacidade de recepção e emissão de mercadorias. Além disso, eles tiraram dúvidas sobre as operações do TMIB, apresentando suas demandas sobre trazer as operações de importação, exportação e transporte marítimo de produtos. A exemplo de recepção de navios autodescarregáveis , discussão acerca da tributação para as empresas que usarem o porto como meio de envio, objetivando a diminuição dos custos de frete das empresas, o que traz produtos com preço final menor para o consumidor.

O presidente do Sincadise, Breno França, lembrou que as empresas do setor no estado importam 600 milhões de reais em mercadorias por ano, por meio de outros portos do país, a exemplo de Maceió e Salvador. Segundo ele, Sergipe tem plenas condições de operação e de promover os incentivos para o uso do porto, além dos fiscais para que as empresas movimentem mais a economia do estado.

Fernando Morcelli, gerente comercial da VLI em Sergipe, valorizou a iniciativa da Fecomércio e destacou que a empresa tem o interesse de ampliar suas operações no estado, realizando novos negócios para facilitar o envio e recebimento de produtos pela unidade do TMIB.

“Vir para a Fecomércio, ouvir os empresários que nos apresentaram suas demandas é muito importante. Nós queremos entender melhor as demandas do mercado sergipano para desenvolver um negócio que contemple os interesses empresariais locais. Temos capacidade de armazenamento de 300 mil toneladas entre área aberta e fechada, com uma área muito grande de retroporto, além do nosso raio de alcance contemplar todo o Nordeste. Estamos trabalhando para ampliar o calado do porto para 12 metros e isso será para atender as demandas do mercado. Queremos promover a diminuição dos custos para as empresas, à partir do entendimento das demandas do mercado”, afirmou.

Os representantes da VLI também disseram que o TMIB pode operar várias variedades de cargas e que quer atender as necessidades das empresas sergipanas. O Porto de Sergipe tem disponibilidade para atendimento de recolhimento de carga diretamente do produtor para enviarem aos países de destino. Além disso, lembraram que a estrutura portuária da Bahia, utiliza o Porto de Sergipe como alternativa para suas operações, devido à proximidade dos estados.

O presidente da Fecomércio agradeceu aos empresários pela apresentação das demandas variadas e aos representantes da VLI por buscarem a compreensão dos interesses das empresas locais, com o objetivo de promover a solução logística para o estado.

“Com essas sugestões, as operações de transporte de carga em grande volume serão facilitadas em Sergipe. “O mais importante disso tudo é saber que temos um porto com alta capacidade de operação e desmistificar mitos criados como o calado baixo. Nosso porto tem condições de atender todas as demandas dos empresários de Sergipe e do Nordeste, podendo assim importar e exportar em águas sergipanas, com toda a segurança e confiabilidade. Isso vai resultar em mais empregos para nosso povo, pois irá estimular a geração de novos negócios correlacionados com o terminal marítimo”, disse o Laércio Oliveira.




75% dos empresários sergipanos pretendem contratar trabalhadores

Os empresários do comércio sergipano estão apresentando
ânimo com a economia e as perspectivas de crescimento das atividades dos
negócios, é o que indica a pesquisa do índice de Confiança do Empresário do
Comércio (ICEC) de janeiro, realizada pela Confederação Nacional do Comércio de
Bens, Serviços e Turismo (CNC). O índice atingiu a pontuação recorde de 123,6
pontos, confirmando as projeções de crescimento da economia e do mercado. A
pesquisa foi analisada pelo diretor da Fecomércio, o economista Ancelmo
Oliveira.

Segundo o economista, os empresários estão mais otimistas
com o desempenho da economia para os próximos meses e para a condição atual do
mercado. “O aumento da confiança do empresário é o resultado das avaliações
sobre as condições de realização de negócios em seus estabelecimentos. O
aquecimento da economia apresentado nos últimos meses, com a elevação das
vendas do comércio devolveram esse ânimo para os empreendedores sergipanos”,
comentou.

O período de maior preocupação para os empresários do
comércio foi o mês de julho, ainda com a incerteza política que o país e o
estado atravessavam, quando apontou 98,6 pontos, o que representava preocupação
empresarial. Janeiro, com seus 123,6 pontos, indica uma grande elevação da
confiança, resultando nos 25 pontos de aumento no período dos seis meses
seguintes.

Economia melhora

O subíndice de satisfação com a condição atual da economia
também apresenta o melhor resultado desde janeiro do ano passado, com 85,7
pontos contra 59,6 pontos de janeiro de 2018. A evolução de 26,1 pontos do
resultado indica que os empresários entendem que o momento atual da economia
promove mais satisfação acerca das condições econômicas do estado, também
justificado devido ao aumento das vendas no comércio, que seguem em percepção
positiva. 47,2% dos empresários acreditam que a economia melhorou.

Contratações

No Índice de Investimento do Empresário do Comércio (IIEC),
os números de expectativa de contratações também mostram uma situação
animadora. Em janeiro do ano passado, o índice era de 97,9 pontos, o que
caracterizava desânimo dos empresários. Já em janeiro deste ano, o resultado
apontou 134.3 pontos. Finalizando o período de 12 meses com 36,4 pontos de
elevação. Esse indicador mede a perspectiva dos empresários em promoverem novas
contratações de trabalhadores. Em termos percentuais, 75,9% dos empresários
pretendem realizar contratações nos próximos meses.




Empresários lançarão projeto para recuperação de empregos e enfrentar a crise

Os empresários sergipanos, sensíveis com as dificuldades enfrentadas pela população em encontrar emprego desde que a crise econômica abalou a vida dos empreendedores no estado, resolveram seguir na contramão dos problemas e decidiram se engajar em um plano nacional pelo crescimento das oportunidades de trabalho. O projeto “Empregue + um” chegou a Sergipe e foi alinhado por um grupo de empresários em uma reunião acontecida na manhã de quarta-feira (21), na sede da Fecomércio, firmando um compromisso de elevar as oportunidades de trabalho para os sergipanos. O objetivo é fomentar a economia por meio dos recursos injetados com os novos trabalhadores contratados.

O projeto quer aumentar o número de trabalhadores com carteira assinada no estado, mesmo que isso implique em sacrifício nas contas das empresas, que deverão contratar, mesmo sem condição para isso. O intuito é conseguir em médio prazo a recuperação das receitas aplicadas com a contratação dos novos trabalhadores, por meio dos recursos que serão investidos pelos novos trabalhadores nas atividades econômicas sergipanas. Com o movimento, mais de cinco mil trabalhadores poderão ser recolocados no mercado de trabalho.

Com o apoio da Fecomércio, o “Empregue + um” é uma iniciativa do movimento Brasil 200, com o engajamento de empresários que se unem no momento de crise para o enfrentamento do desemprego. De acordo com o coordenador nacional do Brasil 200, Lúcio Flávio Rocha, o foco é incentivas as empresas dos setores de indústria, comércio, serviços e agricultura a elevarem sua base de empregados, para retroalimentar a economia em todas as atividades.

“De que maneira podemos fazer com que a economia se movimente mais? Empregando mais pessoas, mesmo que isso signifique um investimento que seja difícil de fazer no momento em que estamos começando a nos recuperar de uma crise grave que afetou toda a economia brasileira, principalmente provocando desemprego. É invertendo a situação do desemprego que podemos sair da crise. Vamos incentivar os empresários a empregar, provando que a força empresarial é o que move a economia do país e retomar o desenvolvimento por meio da geração de empregos. É um esforço inicial que será compensado com os recursos sendo reaplicados na economia”, disse Lúcio Flávio Rocha.

O presidente da Fecomércio, Laércio Oliveira, lembrou como essa iniciativa é inovadora e pode fazer a economia se recuperar através da geração de empregos diretos por meio da contratação de trabalhadores, elevando a circulação de renda e voltando a aumentar as vendas do comércio, a produção industrial e as atividades de serviços.

“Os setores de comércio, serviços e turismo são as atividades econômicas que mais empregam em Sergipe, gerando mais de 350 mil empregos em todo o estado. Se cada empresário contratar apenas mais uma pessoa, esse número aumentará sensivelmente. Eu tenho ouvido empreendedores que querem elevar suas contratações e os índices de confiança do empresário sergipano mostram isso. Então, podemos promover a recuperação de nossa economia por meio do caminho reverso da crise, que é combatendo o desemprego e colocando mais receita circulante no mercado sergipano”, disse Laércio, afirmando que criar novos postos de trabalho é devolver a dignidade às pessoas e incentivar mais formação empresarial, por meio de novas oportunidades de negócio e empregos.

A onda positiva do projeto “Empregue + um” está contagiando os empresários sergipanos, mesmo antes da iniciativa ser lançada oficialmente. De acordo com o empresário Milton Andrade, suas empresas irão colocar novos trabalhadores no mercado, para poder fazer o processo da crise recuar antes do esperado pelos analistas econômicos. Andrade destaca que não contratará um, mas mais trabalhadores.

“Estou animado com essa iniciativa dos empresários. A formulação do projeto conta com a participação de todos, pois as contribuições são importantes e sei o quanto isso é fundamental para que nossa economia se recupere e como os novos empregos irão impactar o mercado positivamente. Eu vou fazer minha parte, contratando não somente um, mas quero pelo menos cinco novos trabalhadores na minha empresa, pois sei que isso irá afetar de forma positiva nos outros comércios e que também chegará às minhas lojas de forma indireta. Todos ganharemos com isso”, disse Andrade.

O projeto “Empregue + um” será lançado pelos empresários e movimento Brasil 200 na noite de quinta-feira (22), às 19h30, no Hotel Quality Aracaju, localizado no Shopping Riomar. No lançamento do projeto, será firmado um compromisso por empresários da indústria, comércio, agricultura, serviços, turismo e outras atividades econômicas para iniciarem as contratações que serão exibidas por um sistema eletrônico chamado “Empregômetro”, para mostrar o resultado das ações empresariais na busca pela geração de emprego e renda, recolocando as pessoas no mercado de trabalho.

 




Câmara de Jovens Empreendedores quer integração das atividades comerciais

Para aumentar a circulação de receita no comércio, criação de novas oportunidades de trabalho para o povo sergipano e elevar a renda da população, com estímulo à produção industrial do estado, a Câmara de Jovens Empreendedores da Fecomércio Sergipe começará a desenvolver um projeto de integração das atividades econômicas, fomentando o consumo de produtos vendidos pelas empresas do estado, fabricados por indústrias sergipanas.

O projeto foi apresentado na reunião da Câmara de Jovens Empreendedores da Fecomércio, na manhã de quinta-feira (08), pelo empresário Lincolin Amazonas, que destacou a necessidade de fomentar a economia do estado, para que o povo sergipano conheça e consuma o produto feito em Sergipe, além de utilizar os serviços promovidos pelos empreendedores locais. Segundo Amazonas, o objetivo é concentrar a receita circulante no estado, expandindo o poder de compra empresarial com fornecedores locais, estimulando o consumo.

“Vi exemplos em outro estado de criação de competitividade para as empresas locais, diante dos grandes concorrentes, formando a consciência de consumo local, garantindo que os recursos aplicados nas compras retornem em forma de benefícios para a própria comunidade, cidade e estado”, afirmou o empresário. 

O superintendente da Fecomércio, Maurício Gonçalves, lembrou que Sergipe tem plenas condições de se autodesenvolver com a receita circulante no estado, destacando que o dinheiro aplicado de forma mediata, com o tempo se multiplica por meio do consumo e curso dos investimentos dos recursos oriundos da aquisição de bens e contratação de serviços.

“Se os bens produzidos em Sergipe forem consumidos pelo nosso próprio povo, o mercado ganha, a população ganha e acelera o ciclo produtivo de geração de emprego e renda para as pessoas de nosso estado. Cada um real aplicado na compra de forma imediata, tende a valorizar pelo menos quatro vezes em um curto intervalo de tempo, pois o dinheiro para a compra se multiplica ao passar pelos agentes produtivos que levam o produto final para o consumidor, bem como pela contratação de serviços que decorre do consumo do produto em si”, disse Maurício.

Para formar esse processo de estímulo ao consumo dos produtos nas empresas locais, o exemplo prático apresentado foi a Rede Sergifar, conglomerado associativista que abrange 17 empresas diferentes e que conseguiu maior poder de competitividade diante dos grandes players do mercado de comércio farmacista. A Sergifar, em seu segundo ano, apresentou resultados positivos acerca do processo de vendas, com obtenção de melhor compra em escala, levando o produto a preço mais cômodo para o consumidor e elevando a geração de empregos nas empresas associadas à rede, seguindo na contramão da crise.

O projeto será aprimorado pela Câmara de Jovens Empresários, para que seja o mais contemplativo possível para todo o setor produtivo do estado. O coordenador da Câmara, Dilermando Júnior, destacou que Sergipe pode se colocar na situação de retroalimentador da própria economia, citando o exemplo da cidade de Itabaiana.

“Vamos aprofundar os estudos para que esse projeto seja levado à frente, fazendo com que o sergipano conheça e valorize o negócio do seu bairro, sua cidade, do seu estado. O que for investido nos estabelecimentos do comércio local, empresas sergipanas de fato, vai correr de modo que voltará para o próprio consumidor em formato de novos empregos e benefícios. Com isso, todo o estado vai ganhar e o setor produtivo se desenvolvendo, fortalece o cinturão econômico das empresas sergipanas”, comentou.

 




Senac Glória será maior unidade pedagógica do sertão sergipano

Com oito pavimentos, auditório para 320 pessoas e 16 ambientes pedagógicos, a unidade do Senac de Nossa Senhora da Glória será a maior unidade de ensino do sertão sergipano, segundo o presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac de Sergipe, Laércio Oliveira, que comemorou o andamento das obras ao encontrar com o representante da Construtora Alcance, vencedora do processo licitatório, engenheiro Alexandre Ribeiro, na tarde de segunda-feira (29), na sede da Federação do Comércio.

A reunião contou com a apresentação da projeção final da construção, em formato de maquete eletrônica, com a realização de um tour virtual ode foram mostrados como ficarão todas as instalações da unidade de ensino profissionalizante do maior centro de formação profissional do estado de Sergipe. O Senac de Nossa Senhora da Glória será construído numa área de quase 4 mil metros quadrados em uma localização privilegiada na cidade. O prazo de execução da obra é de 24 meses.

A unidade contemplará cursos dos mais variados eixos de ensino profissionalizante, com destaque para o curso de Rádio e TV, que é um grande anseio da comunidade local, para a formação de novos radialistas na região, com a grandes perspectivas de crescimento do mercado no sertão sergipano. O presidente da Fecomércio, Laércio Oliveira, disse que a unidade será um empreendimento revolucionário na cidade desde sua construção até a formação de alunos.

“Trabalhamos muita seriedade no que fazemos aqui no Sistema Fecomércio e eu tenho uma grande preocupação para que a região seja totalmente beneficiada com a nossa unidade desde o início. Pedi ao Alexandre, engenheiro responsável pela obra, para que invista os recursos na mão de obra local e faça as compras de materiais para a construção no comércio da região, pois isso fará com que o dinheiro aplicado na construção circule nas mãos dos trabalhadores locais e das empresas da cidade, movimentando a economia e gerando empregos para a população da região. A cidade de Nossa Senhora da Glória precisa ser beneficiada com isso desde o começo, pois a população sentirá o efeito de nosso trabalho fortalecendo a economia da região, melhorando a vida de nosso povo”, disse Laércio Oliveira.

O engenheiro Alexandre Ribeiro, que está morando em Nossa Senhora da Glória para acompanhar diretamente o andamento das obras confirmou para Laércio Oliveira, que os investimentos da construção ficarão na própria região, pois a Construtora Alcance tem por finalidade, absorver a mão de obra local e dar novas oportunidades para as pessoas.

“Fazer uma obra como essa nos deixa muito felizes, pois o pedido do presidente da Fecomércio é algo que temos como missão, que é investir nos talentos locais, nos trabalhadores da região, contratando e qualificando o trabalhador local, para que ele esteja conosco do começo ao fim da obra. O pensamento do presidente é progressista e ele tem razão ao recomendar a contratação dos profissionais locais. Nós da Alcance temos como objetivo fazer crescer as cidades em que atuamos e com o Senac de Glória também será assim. Vamos investir no trabalhador local, para gerar emprego e renda na cidade”, afirmou.

Participaram da reunião, o diretor do Departamento Regional do Senac, professor Paulo do Eirado, o superintendente da Fecomércio, Maurício Oliveira, o diretor adjunto do Senac, Marcos Barreto, o engenheiro do Senac, Flávio Andrade, e o assessor legislativo da Fecomércio, Tiago Rangel.