Inova + Sergipe é apresentado ao governador Belivaldo Chagas

O projeto que visa transformar a realidade econômica do estado até o ano de 2030, com potencialização da geração de emprego e renda por meio dos investimentos em tecnologia e inovação, o Inova + Sergipe, foi apresentado pelos agentes participativos do projeto ao governador do Estado, Belivaldo Chagas, na tarde de segunda-feira (27).

O governador recebeu a comissão de representantes e conversou sobre como o Inova + Sergipe tem desenvolvido ações de fomento à pesquisa e desenvolvimento tecnológico no estado, por meio de ações realizadas nos eixos de atuação do projeto. O coordenador, Roger Barros, fez uma apresentação do projeto, destacando que o Governo de Sergipe já está participando, por meio da Fapitec, SergipeTec e Secretaria de Educação. 

Belivaldo destacou sua empolgação com as intenções do projeto, valorizou as realizações em andamento e se comprometeu em ajudar no desenvolvimento das ações, designando o superintendente executivo da Secretaria de Governo, Ademário Alves, e o superintendente de planejamento econômico, Guilherme Rebouças, para acompanhar o andamento do Inova + Sergipe e ajudar em seu crescimento. Belivaldo lembrou que o Estado tem recursos para serem investidos no processo de inovação, o que vai ajudar na robustez do Inova.

“É importante discutir o estado como um todo, não apenas no aspecto do poder público. Mas no poder público e privado numa somação de forças. Fazer esse processo de reconstrução em algumas coisa e construção em outras, envolvendo a iniciativa privada e o governo, quem vai ganhar com isso é a sociedade. O Inova + Sergipe com esse espírito de união, de colaboração entre todos, pode fazer a diferença para tirar Sergipe desse momento de atraso em algumas áreas. Foi um momento muito bom, de troca de ideias e de somação. Inclusive colocamos dois colaboradores da área de planejamento do estado para acompanhar as ações do Inova + Sergipe, para que possamos construir um novo Sergipe. Estamos vivendo o momento da tecnologia e inovação. Temos que procurar facilitar a vida das pessoas. O governo trabalha incentivando a área de tecnologia e desenvolvimento. O SergipeTec e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, já têm um planejamento para isso. Isso está em nosso planejamento estratégico”.

O coordenador do Inova + Sergipe, Roger Barros, valorizou a receptividade do governador Belivaldo, valorizando a atuação do agente público como ente fomentador dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento no estado.

“Esse é um momento ímpar para Sergipe, discutir o Inova + Sergipe com a presença do governador, mostrando a ele que o setor de tecnologia e inovação é prioritário para nosso estado. Não há crescimento sem investimentos em empreendedorismo e inovação em nenhum lugar do mundo e com Sergipe não pode ser diferente. O Inova + Sergipe já tem conquistas realizadas, com empresas financiadas por alguns editais junto à FINEP, além do Centelha que vai aportar recursos em 23 startups e o Tecnova, com mais 2 milhões de reais. Temos bons projetos que são trabalhos de eficiência e o futuro do mercado passa pelo Inova + Sergipe. O novo mercado de trabalho envolve as habilidades ligadas ao setor de TI”.

Maurício Gonçalves, superintendente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac, destacou a atuação dos agentes envolvidos na realização do projeto e comentou que o futuro do processo de empregabilidade do estado passa pelo Inova + Sergipe.

“Esse foi um projeto que nasceu na Câmara de TI da Fecomércio e avançou por vários agentes que contribuem para a construção do processo. O governo é parte desse processo e juntar as entidades que formam o ecossistema de tecnologia do estado para o desenvolvimento de nosso povo é muito importante. A receptividade do governador ao Inova + Sergipe foi muito boa pois o projeto foca no desenvolvimento do estado e ele entende isso. O Inova + Sergipe é transformar a realidade de nosso estado e geram emprego para nosso povo”.

Imagens: Marcio Rocha




Setor terciário mostra a sua força: Fecomércio comemora saldo positivo de empregos formais pelo segundo ano seguido impulsionado pelos setores de serviços e comércio

O saldo final dos resultados da evolução do mercado de trabalho em Sergipe foi divulgado pela Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia nesta sexta-feira (24). De acordo com as informações do CAGED, analisadas pelo departamento de economia do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac, o estado elevou seu contingente de trabalhadores formais, com carteira assinada, com 2.374 novos empregos gerados. O resultado marca o segundo ano seguido de crescimento no quesito emprego.

Entre 2015 e 2017, Sergipe perdeu -22.170 postos de trabalho, ainda no turbilhão provocado pela crise econômica que afetou o estado. O ano de 2018 apontou a volta da contratação de trabalhadores nas atividades econômicas sergipanas, com 841 novos empregos. Já em 2019, com 2.374 novos postos de trabalho criados, o ano fechou com novo saldo positivo.

Setores da economia

Atividade que mais movimenta a economia sergipana, com liderança absoluta na geração de empregos, o setor de serviços fechou 2019 com 3.365 novos empregos; em seguida o comércio criou 787 novos postos de trabalho, retomando o crescimento da empregabilidade. A administração pública encerrou 2019 com 106 empregos gerados. Os serviços de utilidade pública tiveram saldo positivo de 78 novos trabalhadores e a indústria extrativa mineral cresceu em nove empregos. Já as atividades econômicas que sofreram baixas foram a indústria de transformação, com -1.204 vagas fechadas; a construção civil teve queda de -608 empregos e a agropecuária encerrou 2019 com -159 pessoas empregadas. Laércio Oliveira, presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac, comentou os resultados do mercado de trabalho, lembrando que o estado saiu de uma grave crise que provocou muitos problemas para os trabalhadores e esses postos estão sendo recuperados. Laércio acredita que a tendência ainda é aumentar o número de empregos no ano de 2020.

“Depois de todos os problemas que a economia sergipana viveu, esse é um saldo importante e que deve ser comemorado. São mais de dois mil e trezentos trabalhadores que conquistaram um novo emprego. Sergipe sofreu muito com três anos de desemprego que afetaram nossa economia e a vida das pessoas. Esse passado está ficando cada vez mais distante, ainda que timidamente. Em 2018 crescemos um pouco nos empregos e 2019 também foi um ano bom. Mais uma vez o setor de serviços liderou a recuperação de nossa economia. Além disso, também tivemos um crescimento nas oportunidades de trabalho na modalidade intermitente. Em 2020, certamente teremos mais crescimento no mercado de trabalho. Estou confiante nisso”, comentou.




Movimentação financeira do setor de serviços aponta crescimento em novembro

O departamento de economia do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac de Sergipe verificou os números da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), recém-divulgados pelo IBGE, e constatou que o setor de serviços continua sendo o líder da recuperação econômica do estado, apresentando grande variação positiva na receita nominal apurada pelas empresas e crescimento no volume de negócios. Os dados estudados são relativos ao mês de novembro de 2019, em comparação com o mesmo mês de 2018.

De acordo com a pesquisa, a receita nominal do setor apresentou crescimento de 5,7% em novembro, o que representa um salto diante do mesmo mês do ano anterior. A variação acumulada entre janeiro e novembro de 2019 é marcada por uma elevação de 3,7% na receita apurada pelas empresas e na variação acumulada do período de 12 meses, entre novembro de 2018 e novembro de 2019, o crescimento da receita das empresas do setor de serviços é de 3,3%.

Os resultados foram analisados pelo presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac, deputado Laércio Oliveira, que destacou a força do setor de serviços no estado, como a principal atividade econômica geradora de emprego e fortalecimento de Sergipe. Segundo Laércio, o setor aponta crescimento constante, seguindo na contramão do Brasil, em que a atividade ainda está cambaleante.

“Sergipe é um estado no qual as atividades do setor de serviços são as maiores geradoras de emprego para os trabalhadores, não é à toa que serviços historicamente apontam crescimento nos empregos de modo constante, sendo o líder na retomada do crescimento da economia. O crescimento da execução de serviços prestados pelas empresas é reflexo da elevação de emprego que o próprio setor promove. Com mais pessoas empregadas, mais consumidores para comprar os bens intangíveis, principal atividade dos serviços. Esse crescimento da receita e nos negócios realizados são grandes motivos para comemorar. O setor de serviços é tão importante para Sergipe, que somente neste ano, gerou mais de 3.300 empregos entre janeiro e novembro. Em Sergipe, o setor cresce. Isso é muito bom para o estado, já que estamos nos recuperando economicamente na atividade, coisa que está difícil para o setor no Brasil. Somos um ponto positivo fora da curva”, comentou Laércio Oliveira.

O ânimo de Laércio Oliveira é algo que se percebe ao ver os números do volume de negócios do setor em novembro. No comparativo com o mesmo mês de 2018, o crescimento foi de 4,4%. Já no ano base, a elevação foi de 1,8% e nos últimos 12 meses a subida atinge 1,4%. A procura por serviços de turismo e hotelaria apontaram crescimento, devido ao período de final de ano, além de ações de estímulo ao turismo no estado, como o Natal Iluminado, realizado pelo Sistema Fecomércio/Sesc/Senac em Aracaju. Os serviços prestados às famílias e de alimentação, como bares e restaurantes também contribuíram para o crescimento do setor, tal qual o aumento de prestação de serviços terceirizáveis.




Sergipe dá a grande virada na economia e gera 7.650 empregos em três meses

O mercado de trabalho sergipano mantém a trajetória de crescimento. Pelo terceiro mês seguido, o volume de trabalhadores com carteira assinada apresentou elevação, de acordo com dados do CAGED, divulgados pelo Ministério da Economia, na tarde desta quinta-feira (19), o número de empregos no estado cresceu em 1.489 postos de trabalho, no mês de novembro. É o terceiro mês seguido de crescimento no estoque de trabalhadores do estado.

Com os números de novembro, somados a setembro e outubro, são 7.650 novos empregos criados em Sergipe, segundo análise do departamento de economia do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac. De acordo com o presidente do sistema, Laércio Oliveira, o número é algo que se deve comemorar, pois é mais uma evidência indicativa que a economia está retomando seu crescimento e as empresas estão confiando mais no quadro econômico do estado.

“São 7.650 novos empregos em Sergipe em três meses. Esse é um dado que devemos comemorar muito, pois é a volta das contratações por parte das empresas e isso influi muito positivamente na economia como um todo. O contexto econômico do estado está mais fortalecido e a crise está ficando cada vez mais distante. Com as novas contratações, teremos mais receita circulando nas lojas do comércio e isso me anima ainda mais para que consigamos fechar o ano com um crescimento considerável no mercado de trabalho. Sergipe está respirando novos e animadores ares de uma economia mais estabilizada e em processo de recuperação”, comemorou Laércio Oliveira.

O setor que apresentou maior crescimento no número de empregos foi o comércio, com 995 novos trabalhadores contratados. O dado é natural para o mês, em virtude de contratações temporárias que as lojas do comércio varejista fazem no período. Na curva de crescimento, o setor de serviços ocupou a segunda posição, com 507 novos postos de trabalho gerados. O setor de construção civil cresceu com 68 novas contratações. A administração pública criou 59 novos postos de trabalho e os serviços de utilidade pública geraram 12 novos empregos. Três atividades econômicas apresentaram retração. A indústria, com -132 postos de trabalho, a indústria extrativa mineral, com -13 vagas e a agricultura, que apresentou -7 baixas.

Dados anuais

Entre os meses de janeiro a novembro deste ano, o mercado de trabalho sergipano aponta um crescimento de 3.210 novos empregos, saldo entre as contratações e demissões totais do período. Segundo os dados, o setor de serviços apresenta um crescimento de 3.352 novos trabalhadores em atividade. O comércio, que passou um período de baixas sucessivas, ocupa a segunda colocação com 635 novos empregos criados. A administração pública está com 118 novos trabalhadores, os serviços de utilidade pública geraram 105 empregos no período e a indústria extrativa mineral criou sete empregos. Já os setores que apresentam queda no quadro de trabalhadores são a indústria, com -674 empregos, a construção civil, que está com -193 trabalhadores e as atividades agropecuárias, que somam -140 postos de trabalho.

Segundo o presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac, Laércio Oliveira, o estado enfrentou oito meses sucessivos de aumento no desemprego e nos últimos três meses deu uma guinada para a curva de crescimento no mercado.

“O ano estava muito ruim para a economia. Até agosto, Sergipe sofria com um número preocupante negativo, com -4.440 pessoas desempregadas, até que deu uma grande virada, formando esse saldo atual de 3.210 empregos, o que resulta nos 7.650 empregos gerados nos últimos três meses. Esse é o resultado da confiança das empresas na economia, o que resulta na criação de novas oportunidades de trabalho. Temos 7.650 motivos para comemorar”, disse Laércio.




Comerciantes da Hermes Fontes enfrentam dificuldades com obras

As obras da avenida Hermes Fontes estão criando problemas para as empresas situadas em todo o seu entorno, segundo uma comissão de empresários que convidou o presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac, Laércio Oliveira, para conversar sobre as dificuldades enfrentadas com os problemas da obra de urbanização da avenida, que tem impedido a mobilidade de clientes em suas lojas. Os empresários reclamaram que desde o início das obras, no dia 09 de dezembro, seus negócios estão sofrendo uma grande baixa de vendas, com perdas percentuais superiores a 95% das vendas estimadas para o período.

De acordo com o empresário líder da comissão de lojistas, André Luiz Cardoso, os negócios da avenida Hermes Fontes e de ruas adjacentes estão com dificuldades para manterem suas portas abertas. “O melhor período de vendas para nossas lojas é no final do ano e nos meses iniciais do ano seguinte, mas com essa obra os clientes desapareceram e isso tem criado muitos problemas para mantermos os negócios de pé. Estamos sem vender nada no período em que esperávamos ter a maior vendagem do ano”, comentou.

Os empresários explicaram para Laércio Oliveira que não são contrários à realização da obra, porque sabem que é necessária para a melhoria do fluxo de veículos e de clientes nas lojas. Entretanto, o período em que as obras estão acontecendo foi inadequado para os negócios. Empresas do comércio de vestuário, equipamentos para veículos, estética automotiva, material escolar, lojas de departamentos, material escolar, entre outras, sofreram uma fuga de clientes que reduziram seu faturamento de modo complexo para a manutenção dos negócios. As empresas estão com problemas para manter os trabalhadores, devido à ausência de condição de mantê-los em atividade, por não haver vendas. Além de suspenderem a contratação de mão de obra temporária, os lojistas já estão pensando em diminuir o quadro de efetivos.

Laércio Oliveira ouviu as demandas dos empresários e pediu deles sugestões para que sejam apresentadas ao prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira, de modo que possam ser compreendidas e colocadas em prática para minimizar o problema da ausência de vendas.

“Ouvir o pedido dos empresários é importante para que encontremos soluções para que a realização da obra não tenha tanto impacto nos negócios. As empresas da Hermes Fontes e região estão com dificuldades e precisam ser atendidas de modo que possam continuar operando sem que provoquem demissões de trabalhadores e que garantam seu faturamento. Vou levar suas sugestões para o prefeito de Aracaju, para que medidas paliativas possam ser tomadas. Ver lojas que dobram seu quadro funcional no período final de ano não contratarem é muito duro para o mercado como um todo. Vou marcar uma reunião com Edvaldo para apresentar as sugestões e encontrar soluções para o problema”, disse Laércio.