Fecomércio aponta comércio eletrônico como solução para enfrentar coronavírus

Com o problema decorrente da pandemia do coronavírus, as medidas tomadas pela Prefeitura de Aracaju implicam em mudanças comportamentais bruscas no comércio de toda a cidade. O fechamento de lojas é uma situação iminente e as vendas irão sofrer um grande impacto. Entretanto, existem empresas que encontrarão na crise uma oportunidade de crescimento. O comércio eletrônico, ou e-commerce, irá crescer sobremaneira dentro da cidade.

Muitas empresas ainda não possuem ferramenta de comércio na internet e isso, como uma das preocupações do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac, que trabalha para criar novas oportunidades e sustentação sólida do ambiente de negócios, foi firmada uma parceria com a empresa Virtuaria. O resultado foi o Aracaju Shopping Virtual, no endereço shopaju.com na rede mundial de comunicações.

O produto é uma ferramenta que agregará em uma plataforma digital, oportunidades de compra e venda de produtos no ambiente online, indo além do limite básico das transações comerciais, sendo uma plataforma de múltiplas ofertas de produtos e serviços, buscando a competitividade no mercado e a melhor oferta de produtos com relação custo x benefício para o consumidor.

Dentro da plataforma que abrigará o sistema, cada empreendedor terá sua loja própria, com design e administração independente. Ou seja, o negócio tomará a proporção que o proprietário desejar, para se adequar aos clientes captados pela Shopping Aracaju Virtual. O mecanismo também trabalhará com a promoção de vendas para os empresários que participarem da iniciativa, através de dispositivos que ampliem a visibilidade do negócio.

Segundo o presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac, Laércio Oliveira, para enfrentar a crise no comércio, a inovação nos negócios é fundamental e o Aracaju Shopping Virtual está preparado para atender as demandas dos empresários com celeridade.

“Temos que encontrar meios de enfrentar a crise e garantir que os negócios continuem em atividade. Se não houver vendas, as empresas fecham por falta de faturamento e pessoas ficam desempregadas. Isso prejudica de modo severo toda a economia e ciclo produtivo. A Fecomércio, nessa parceria conseguiu benefícios exclusivos para as lojas dos sindicatos. E isso é fundamental para sobreviver no mercado. É uma ferramenta simples, rápida e que conecta o consumidor com o lojista, sempre dando a oportunidade de encontrar o produto que deseja a preço justo e com entrega em casa. Nesse momento de isolamento social, o comércio virtual crescerá muito e quem estiver no mercado digital continuará vendendo”, comentou.

Os lojistas que participarem da iniciativa, de acordo com o consultor de tecnologia, terão grandes benefícios, como o aumento das vendas, recursos para atrair o consumidor, uso de estratégias de marketing para dar visibilidade às lojas virtuais, a credibilidade associada ao Shopping Aracaju Virtual, entre outras. Isso tudo com um custo baixo para a manutenção do empreendimento online.




Natal Iluminado é aprovado por 95% dos comerciantes do Centro de Aracaju

A terceira edição do Natal Iluminado, projeto desenvolvido pelo Sistema Fecomércio/Sesc/Senac, que criou um novo cartão-postal especial de natal em Aracaju, considerado destaque nacional pelo Ministério do Turismo e pelas maiores operadoras de viagens do Brasil, aponta mais resultados de sucesso. Depois de atender as expectativas de mais de 180 mil pessoas que visitaram as praças iluminadas com a decoração natalina, foi a vez dos empresários do comércio reconhecerem a iniciativa como uma brilhante realização.

Em pesquisa realizada pela Fecomércio, em parceria com o Instituto França de Pesquisas (IFP), representantes de todo o Centro Comercial de Aracaju, sendo 493 empresários entrevistados, foi constatada a maciça aprovação do Natal Iluminado como projeto contributivo para a melhoria do funcionamento dos negócios na região. A aprovação do Natal Iluminado foi de 95,5% dos comerciantes ouvidos, o que caracteriza a aprovação absoluta dos empresários do comércio acerca do evento que ajudou o comércio da capital sergipana a elevar suas vendas.

De acordo com os empresários, os estabelecimentos comerciais tiveram uma movimentação muito maior depois do acendimento das luzes que deram brilho às praças Fausto Cardoso, Almirante Barroso e Olímpio Campos. Com o Natal Iluminado, as vendas do comércio cresceram, a movimentação de público nas lojas foi maior e o horário de atendimento foi estendido, pois as praças com mais de 1.5 milhão de luzes atraíam os consumidores que aproveitavam para fazer compras nas lojas do Centro durante a noite.

O presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac, Laércio Oliveira, comemorou os resultados de aprovação do Natal Iluminado, destacando que os estudos para a programação do evento deste ano já estão em andamento e que o Centro Comercial terá mais uma grande surpresa no final de 2020.

“Fizemos um trabalho que me deixou muito feliz e o resultado da pesquisa de satisfação dos empresários do comércio nos alegra mais ainda. O Natal Iluminado foi um sucesso de público e se reverteu no que queríamos. Pois além de atender a toda a população com um belíssimo cartão-postal especial de natal, conseguimos atender as expectativas dos empresários do comércio, que tiveram maior movimento nas lojas e elevaram suas vendas. Estamos trabalhando no projeto para este ano e, certamente Aracaju irá se surpreender novamente”, disse Laércio Oliveira.

Da mesma amostragem de 493 empresários ouvidos, 98,7% afirmaram que o Natal Iluminado tem que ser continuado. O comerciante José Wellington destacou que a ideia da Fecomércio foi muito importante para o crescimento do comércio no final do ano de 2019 e que seu negócio funcionou por horário estendido, com grandes resultados nas vendas.

“O Natal Iluminado deu muito movimento, foi bom pra gente que trabalha com nosso negócio no comércio. Eu fechava em dias normais às 6h e durante o período em que as praças estavam iluminadas, fechava 10h30 e foi muito bom. Compensou muito abrir durante as noites no Natal Iluminado. A Fecomércio está de parabéns pela iniciativa, pois isso devolveu a vida ao Centro de Aracaju durante as noites. Espero que tenhamos mais dias de luzes acesas neste ano”.

 




Endividamento das famílias aponta leve crescimento em fevereiro

A assessoria executiva do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac de Sergipe analisou a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) realizada pela Confederação Nacional do Comércio (CNC), no mês de fevereiro. De acordo com a análise, o mês de fevereiro apresentou uma leve elevação no percentual de famílias endividadas em Aracaju, alcançando 70,3%. O crescimento foi de 1,2% diante do mês de janeiro.

A trajetória do endividamento das famílias em Aracaju oscila no patamar de 69 a 70% desde o mês de novembro, o que indica estabilidade, apesar da pequena oscilação apresentada em fevereiro. Atualmente, 139.454 famílias em Aracaju apresentam alguma condicionante que as define como endividadas. O número total aumentou em 2.572 unidades familiares em fevereiro. De acordo com o presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac, Laércio Oliveira, a elevação do número de endividados ainda é o resultado da elevação de pessoas no mercado de consumo, com o ritmo de crescimento do emprego.

“Ao longo do ano de 2019 houve um crescimento na condição de endividamento das famílias, o que é uma consequência da volta das pessoas ao mercado de consumo. As pessoas estão comprando mais, com maior uso do crédito e isso eleva o volume de endividados, o que é um resultado da reconquista dos postos de trabalho que Sergipe apresentou no final do ano passado. O indicador atual também se consolida por haver período de carnaval, onde as pessoas consomem mais para a festa, além de boas oportunidades de compra com as promoções das lojas do comércio”, disse Laércio Oliveira.

Inadimplência e atraso

Os indicadores de inadimplência e famílias com contas em atraso mantiveram estabilidade, o que indica que as pessoas realmente fizeram mais compras, pois a oscilação das famílias inadimplentes sofreu pouca variação, com crescimento de 0,3%, totalizando 15.2%. Hoje 30.212 famílias aracajuanas estão inadimplentes.

Já as famílias com contas em atraso apresentaram uma elevação de 0,1%, com 36,9% do total de famílias da capital, segundo a pesquisa. Atualmente, 73.260 famílias estão com contas atrasadas, mas com condições de pagamento.

Ausência de dívidas

O indicador de ausência de dívidas é algo importante analisado pela assessoria executiva da Fecomércio. O apontamento mostra que 29,7% das famílias não possuem dívidas, de acordo com a pesquisa. Entre as unidades familiares com renda de até 10 salários mínimos, 27,8% alegam não possuir dívidas contraída. O número sobe para 50% quando se trata de famílias com renda superior a 10 salários mínimos.

Cartão de crédito

Mantendo a primeira posição no quesito tipo de dívida, o cartão de crédito atingiu 93,1% em fevereiro, crescendo 0,4% no total. Por ser a modalidade de compra mais prática e acessível para a população, é natural que o cartão de crédito seja o líder disparado na condição de endividamento familiar. Laércio explica que o uso do cartão é o melhor indicador de consumo da população.

“Quando a pessoa faz uma compra com cartão de crédito, isso não é ruim. Na verdade, isso mostra que a compra foi feita dentro das condições que ela pode pagar, dividindo no número de parcelas adequado para seu conforto financeiro. Evidentemente, existem aquelas pessoas que não usam com sabedoria seu crédito disponível e terminam criando problemas para si. Por isso insisto em dizer que o crédito deve ser utilizado de modo consciente, para que a saúde financeira familiar seja preservada. E quando a pessoa compra à crédito, está movimentando a economia, fazendo gerar receita no comércio e, principalmente, emprego para nosso povo”, comentou.

 




Endividamento das famílias mantém estabilidade em janeiro

O percentual de famílias em condição de endividamento em Aracaju manteve estabilidade entre os meses de dezembro de 2019 e janeiro deste ano, segundo análise do departamento de economia do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac de Sergipe, que avaliou os números da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), realizada pela Confederação Nacional do Comércio (CNC).

Segundo a pesquisa, os dados de janeiro apontam igualdade em relação a dezembro, com 69,1% das famílias aracajuanas que se encontram com dívidas. O número total de famílias em janeiro foi de 136.882. De acordo com o presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac, deputado Laércio Oliveira, a estabilidade nos números é um indicador interessante para o período, pois houve crescimento no volume de empregos em Sergipe no ano passado, o que também eleva o número de famílias no mercado de consumo.

“Sergipe apontou crescimento no número de empregos com carteira assinada em 2019, e esse indicador puxa as vendas do comércio e consumo de serviços, bem como a movimentação dos outros setores da economia. A manutenção da variação mensal do endividamento é prova que o mercado está se recuperando. Isso também é um indicador de maior movimentação nas compras a prazo, com o uso do cartão de crédito, principalmente. Em 2018 houve uma leve recuperação de empregos e 2019 o crescimento do emprego aumentou, o que também coloca mais pessoas em condição de compra por várias modalidades”, disse Laércio.

O indicador de famílias com contas em atraso cresceu 1,6% entre dezembro do ano passado e janeiro deste ano, saindo de 35,2% para 36,8%. Já as famílias em condição de inadimplência apresentaram uma leve oscilação de 0,3%, aumentando de 14,6% para 14,9%. Sobre os tipos de dívidas, o cartão de crédito lidera a condição de endividamento familiar, repetindo o indicador de dezembro, de 92,7%. As compras com carnês cresceram 0,5% entre dezembro e janeiro, saindo de 20,2% para 20,7% e dívida com cheque especial recuou de 13,1% no último mês de 2019 para 10,9% no primeiro mês deste ano. Laércio Oliveira comentou as variações nos tipos de dívidas familiares, lembrando que as compras a crédito são o sinal de aquecimento da economia.

“Como falei antes, o comércio está se recuperando e isso é medido também pelo indicador de compras com cartões de crédito, pois é a principal modalidade de pagamento hoje em dia. O aumento do uso dos carnês de crediário mostra que as famílias estão comprando mais nas lojas do comércio varejista e isso é sinônimo de crescimento das vendas. Janeiro apresenta esse aumento no endividamento, também por ser um mês marcado por compras sazonais, como material escolar e promoções pós final de ano que o comércio realiza. E isso é o mais importante, pois se as pessoas estão comprando mais, é natural que haja um aumento no uso de meios parcelados para compras. As famílias estão desenvolvendo a educação financeira e levando isso para as suas compras”, concluiu.

Imagem: Jorge Coelho




Fecomércio leva empresários para conhecerem Porto de Sergipe

Após discussões realizadas na Federação do Comércio, com o presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac, Laércio Oliveira, convidando a empresa VLI, administradora do Porto de Sergipe. O objetivo da visita foi interagir com a classe empresarial sobre como o porto pode ser utilizado para o escoamento e recebimento de produtos para as empresas locais, foi definida uma visita dos empreendedores sergipanos para conhecer seu funcionamento.

A visita aconteceu na quinta-feira (06), com mais de 30 representantes dos setores de comércio, indústria, serviços e agronegócio conhecendo o Terminal Marítimo Inácio Barbosa (TMIB), em Barra dos Coqueiros. Os empresários foram recebidos pelos representantes da VLI e verificaram como são feitas as operações de transporte da empresa e como as mercadorias sergipanas podem ser enviadas para outros estados do Brasil e outros países. A visita dos empresários foi acompanhada pelo superintendente do sistema Fecomércio/Sesc/Senac, Maurício Gonçalves, que destacou a importância do uso do porto como um instrumento de desenvolvimento do comércio exterior e elevação da produtividade das empresas sergipanas.

“Trazer os empresários para o porto foi muito bom, para que eles compreendam que Sergipe tem uma excelente estrutura de cabotagem e escoamento de produtos para nossas empresas. Estamos com um programa de comércio exterior que envolve vários países, mas com concentração na China. O mercado internacional tem alta capacidade de absorção dos produtos sergipanos, principalmente Europa, África e Ásia, por terem carência de produtos alimentícios, bebidas, cosméticos, entre outros tantos que Sergipe pode ajudar a preencher essa lacuna. Se as empresas operarem no porto, com suas operações de carga e descarga, todo o estado vai ganhar com a movimentação de mercadorias. Porque além de termos alta capacidade de exportação, também podemos comprar produtos de qualidade a preços competitivos para nosso comércio”, comentou.

Os representantes da VLI, Elias Rezende, Fernando Morcelli e Itamar Mota, acompanharam a comitiva por todas as instalações do porto e explicaram que Sergipe tem capacidade de recepção de diversos tipos de navios de transporte de mercadorias. O porto de Sergipe tem uma grande capacidade de expansão para as operações de transporte marítimo, devido à sua grande área de retroporto, explica o presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac, Laércio Oliveira.

“Nosso porto tem uma grande estrutura com capacidade de ampliação, pois temos uma área imensa de retroporto, que pode se tornar uma zona aduaneira, área alfandegada. Se as empresas usarem melhor o porto para envio e recebimento de produtos, o estado poderá apresentar muito crescimento econômico, com o desenvolvimento que as empresas poderão dar para a região. Aqui temos capacidade de elevar nossas operações de transporte terrestre, hospedagem, serviços de vários tipos, além da expansão da produtividade do agronegócio. O porto de Sergipe pode promover uma grande economia para as empresas que não precisarão enviar seus produtos por portos de outros estados, o que vai baratear os custos finais de produção”, disse Laércio.

O coordenador do movimento “É de Sergipe”, que defende o estímulo ao consumo de produtos das empresas sergipanas, Lincolin Amazonas, destacou a importância da visita ao porto. “Foi muito boa a iniciativa da Fecomércio atuando para o desenvolvimento do Estado”, afirmou.

O Terminal Marítimo Inácio Barbosa tem área de armazenagem com capacidade para 400 contêineres e agilidade no desembaraço. Os contêineres serão recebidos via regime de DTA (Declaração de Trânsito Aduaneiro) o que permite o transporte de mercadorias, sob controle aduaneiro, com a suspensão de tributos. Além de movimentar granéis sólidos, granéis líquidos, grãos e operação offshore (suporte para as embarcações de apoio às plataformas de petróleo próximas à costa). Os principais produtos são coque, ureia, cimento, clínquer, trigo, soja, fertilizantes, ácido sulfúrico e derivados. Como estrutura, possui um píer de atracação para granéis com 356 metros de comprimento, outro de atracação para operação offshore com 59 metros de comprimento, sete armazéns com capacidade estática de 55 mil toneladas, dois pátios de granéis com capacidade estática de 90 mil toneladas e três silos de granéis com capacidade de 60 mil toneladas.