Sicofase alerta para a compra de antibióticos sem receita

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A venda de antibióticos sem a apresentação de receitas médicas pode ser um grande perigo para o consumidor. De acordo com a Resolução RDC 44, de 26 de outubro de 2010, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), várias regras entraram em vigor para que a venda de antibióticos seja mais criteriosa e segura.

Entre os critérios estão a exigência de duas vias para a prescrição médica; a receita deve apresentar letra legível e sem rasuras; deve conter também o nome científico ou nome comercial da substância ativa escrito conforme a Denominação Comum Brasileira (DCB); nome do paciente, nome e assinatura do médico com o número do conselho regional; entre outros.

O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos no Estado de Sergipe (Sicofase), Alex Garcez, alerta sobre a necessidade da receita médica para a segurança dos pacientes.

“Antibióticos são medicamentos que contêm componentes que podem ser perigosos, e que se forem tomados de forma equivocada, podem fazer com que as bactérias se tornem mais resistentes, causando graves danos à saúde, ou até mesmo levando à morte. Por isso é importante ter a prescrição de um médico”, afirmou.

Legível

Alex Garcez ressalta ainda a importância da letra legível na prescrição médica. “Muitas receitas vêm com a prescrição escrita à mão, com caligrafia ilegível. Isso pode ser um problema grave, pois pode acontecer de o farmacêutico e os técnicos entenderem errado e vender um medicamento equivocadamente”, disse.

Para ele, o ideal é que a prescrição médica seja apresentada de forma impressa em computador, para que não haja nenhum tipo de dúvida na hora da venda na farmácia.

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