Comércio farmacêutico ganha com parceira com distribuidoras

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O atacado farmacêutico tem inovado para se aproximar ainda mais do comércio varejista de Sergipe. Para tanto, buscaram os representantes do comércio varejista de medicamentos no estado, com fins de aproximação, na intenção de trabalhar em conjunto, visando o melhor provimento de produtos para o consumidor.

O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos de Sergipe, Alex Garcez, recebeu o representante da Abafarma, Oscar Yazbek, em reunião na Federação do Comércio, para fomentar a implantação das sedes regionais de distribuidores atacadistas de medicamentos.

De acordo com Alex, os medicamentos que são comprados de distribuidoras atacadistas de fora do estado custam mais caro para os empresários sergipanos. O abastecimento é dificultoso, quando não se tem distribuidores das grandes marcas em Sergipe. Alex defendeu a vinda dos atacadistas para o estado, com vias de construção de centros de distribuição locais, facilitando a compra com mais agilidade, preço e qualidade do produto não apenas para as farmácias, mas também para a população consumidora.

“Remédio é um produto que a população não pode simplesmente parar de consumir. É necessário para manutenção de suas vidas, e isso tem que ser melhor administrado pelos empresários. Pois com os custos de distribuição reduzidos, os preços finais caem e temos como melhorar a condição de compra para o consumidor. Para tanto é necessário estimular a chegada e instalação de distribuidores atacadistas de produtos farmacêuticos no estado. Com isso, haverá de certo a redução dos preços, por conta da diminuição com os custos operacionais”, destaca.

O Governo de Sergipe em diálogo com o setor, incentiva o setor farmacêutico por meio de regime tributário diferenciado, devido aos fatores indicativos de crescimento na arrecadação do estado, com a chegada das distribuidoras no estado. Sete grandes empresas estão interessadas em colocar centros de distribuição em Sergipe, pois isso também reduzirá os custos de distribuição e operação. A vinda das distribuidoras deve ser estimulada pelo governo, pois ele ganhará com arrecadação fiscal, de forma direta. Além dos ganhos indiretos, pois as distribuidoras ajudarão na economia, estimulando a recuperação de empregos no nosso estado.